Blog Clara Nunes- A Voz de Ouro !

Blog Clara Nunes- A Voz de Ouro !

04 Novembro 2009

Entrevista preciosa à Leda Nagle

Dois vídeos raros e bem-vindos foram incluídos nesta semana no Youtube. Duas entrevistas de Clara Nunes à jornalista Leda Nagle , uma em 1979 e outra em 1982. Nelas, a nossa homenageada fala das dificuldades do início de carreira , sua saída de Belo Horizonte em 1965 para o Rio de Janeiro, suas perdas e vitórias, a ajuda do apresentador Chacrinha, o amor pela família.
Para quem está acostumado a ver a cantora em cena vale a pena conferir a suavidade e carisma da mineira abrindo o coração para a repórter da Globo. São palavras sensíveis e corajosas que deixa em todos um gosto de saudade!
Os vídeos podem ser assistidos no Clara Voz de Ouro-Vídeos:
Os dois vídeos são parte do acervo particular de Sandra R. Gomes , do Rio de Janeiro, postados por ela em seu canal no youtube. Sandra detêm um rico material de programas de tv que aos poucos estão sendo disponibilizados aos fãs e admiradores da eterna guerreira!
Obrigado Sandra,
Blog Clara Voz de Ouro!
Mais Clara Nunes no link:

21 Outubro 2009

Clara no Chacrinha

Alô alô Terezinha - Balançando a pança e buzinando a moça
Documentário sobre o apresentador Chacrinha,estréia 30 de outubro .
Traz imagens de Clara no programa inesquecível.
Leia mais e assista o trailer:

15 Outubro 2009

Do fundo do baú...

Clara Nunes e Benito de Paula
Clara Nunes ao lado de Elizeth Cardoso, que dizia que a mineira
seria sua sucessora.
João Nogueira, ao fundo com
Roberto Ribeiro e Adelzon Alves .
Revista do Rádio 1967
Fotos: mercadolivre.com.br

12 Outubro 2009

Selo Veja Blog

O blog Clara Voz de Ouro fica feliz em receber o prêmio de destaque
como um dos melhores blogs do país.
Nossa intenção foi sempre de homenagem à Clara Nunes.
Esse é um espaço para colocar ao público as notícias
e manter sua memória sempre viva.
Obrigado a todos que visitam o blog!

Voz de Ouro é reconhecido como um dos melhores blogs

VejaBlog - Seleção dos Melhores Blogs/Sites do Brasil

Vej@Blog Seleção dos melhores Blogs/Sites do Brasil! http://www.vejablog.com.br Parabéns pelo excelente Site! [ Clara Voz de Ouro ] Você está fazendo parte da melhor e maior seleção de Blogs/Sites do País!!! - Só Sites e Blogs premiados - Selecionado pela nossa equipe, você está agora entre os melhores e mais prestigiados Blogs/Sites do Brasil! - Parabenizamos pelo ótimo trabalho! - Confira o seu link no item: " Blog " http://www.vejablog.com.br/blog - Os links encontram-se rigorosamente em ordem alfabética -

29 Setembro 2009

Dvd de Ouro!

Foi noticiado na semana que passou a vendagem do primeiro DVD Clara Nunes.
25 anos depois de falecida chega às lojas os clipes que Clara gravou para o
programa Fantástico da Rede Globo.
Já são 28 mil cópias vendidas e DVD de Ouro. No Brasil, o disco de ouro é uma certificação entregue a um artista que venda 50 mil cópias de um álbum.
Este número era de 100 mil até janeiro de 2004.
E para ser DVD de Ouro são necessárias 25 mil cópias vendidas.
Repercussão:
Em Minas, Acyr Antão, famoso radialista da Rádio Itatiaia no seu programa dominical prestou uma homenagem à Clara e Roberto Ribeiro sugerindo que parte do lucro desse DVD seja investido na memória da artista mineira em Caetanópolis.
Afinal nem os artistas vivos estão conseguindo DVD de Ouro em tempos de pirataria. Clara Nunes surpreende. Continua um fenômeno de vendas!!!

27 Agosto 2009

A Luta pelo Memorial Clara Nunes !

Transcrevemos com exclusividade a matéria do Jornal Estado de Minas
desta quinta-feira,27/08/2009, da jornalista Alessandra Mello.

Foto:Beto Novaes/EM/D.A Press

O legado de Clara

Acervo de Clara Nunes é guardado em pequena casa em Caetanópolis,

no interior de Minas.

Família luta por patrocínios que permitam a abertura de memorial dedicado à cantora

Alessandra Mello

O acervo de cerca de 6 mil itens – vestidos, discos, centenas de fotos, troféus, colares e balangandãs – que pertenceram a uma das maiores cantoras do Brasil está guardado, há anos, num pequeno cômodo em Caetanópolis, à espera de patrocínio para se transformar em memorial. Foi naquela pequena cidade, a 96 quilômetros de Belo Horizonte, que nasceu, há 67 anos, Clara Francisca Gonçalves Pinheiro, ou simplesmente Clara Nunes. Morta precocemente em 1983, vítima de complicações causadas por uma cirurgia de varizes, a Guerreira tem sua história intimamente ligada à terra natal. Antiga Cedro, ex-distrito de Paraopeba, a cidade abriga, sob a guarda de Maria Gonçalves da Silva, a Mariquita, irmã mais velha de Clara, um legado valioso da vida da cantora. Também está ali um capítulo importante da história da música popular e da cultura afro-brasileira.
Há duas décadas, a primogênita luta para preservar esse tesouro e abri-lo à visitação pública, mas o caminho não tem sido fácil. Pela quinta vez, o Instituto Clara Nunes, criado pela família, busca patrocínio por meio das leis de incentivo à cultura. Todas as tentativas fracassaram. Familiares da cantora aguardam, ansiosamente, o anúncio dos projetos aprovados pelo Fundo Estadual de Cultura, que vai destinar R$ 8 milhões ao interior de Minas Gerais.
Se tudo der certo, os R$ 200 mil solicitados serão investidos na adequação da casa que vai abrigar o memorial. O imóvel foi doado por um sobrinho da artista, Sued Gonçalves, que mora em Sete Lagoas.
Foto:Beto Novaes/EM/D.A Press
Maria Gonçalves da Silva, a Mariquita, toma conta de objetos
e da creche batizada com o nome da irmã famosa

Creche

A batalha, agora, é para concluir a catalogação e montar a infraestrutura necessária para transferir as peças para a casa, em frente à creche para crianças carentes batizada com o nome da cantora. Fundada por Mariquita, ela cumpre o sonho de Clara: ser mãe. A catalogação e a restauração do acervo foram feitas com a ajuda da historiadora Sílvia Brugger, professora da Universidade Federal de São João del-Rei, que estudou a vida e a obra da mineira. “Por meio do projeto de pesquisa, tomei conhecimento da magnitude do acervo de Clara. Quando começamos o levantamento, ninguém sabia ao certo o valor e a dimensão dele.

Catalogamos tudo, montamos o banco de dados com informações sobre todos os itens e o estado de conservação deles, além de sua descrição e contextualização histórica. Mas ainda não foi possível concluir o trabalho”, lamenta a historiadora. Parte foi financiada com verbas de projetos de pesquisa e com dinheiro do bolso dos envolvidos. Segundo Sílvia, os destaques da coleção são os vestidos longos, colares e as pulseiras – marca registrada de Clara.

Também há roteiros de espetáculos; fotos dela com personalidades, como o príncipe Charles, e de viagens; imagens católicas e guias, testemunhas da ligação da cantora com os cultos afro-brasileiros. “Clara não era a única, mas foi uma das pioneiras na valorização da cultura popular, da mestiçagem e das raízes afro-brasileiras. Ao longo da carreira, ela gravou pontos de congada, cirandas, puxadas de rede, jongos e forró. Não era apenas uma grande sambista”, destaca Sílvia, prestes a ganhar mais uma filha, que vai se chamar Clara. “A Sílvia contaminou toda a universidade com sua paixão pela obra da Clara. Sem o apoio dela, tudo ainda estaria guardado”, comenta Mariquita, lembrando os quase 10 anos que a coleção passou na fazenda de uma amiga da família. Logo depois da morte da intérprete, o marido dela, o compositor Paulo César Pinheiro, despachou tudo para Paraopeba.

O material ficara no Teatro Clara Nunes, no Rio de Janeiro, montado pela artista. Na época, a Prefeitura de Paraopeba não se interessou pelo acervo e o entregou a Mariquita.

Foto:Beto Novaes/EM/D.A Press
Turismo
A expectativa é de que a abertura do memorial impulsione o turismo em Caetanópolis e dê fôlego ao Festival de Cultura Clara Nunes, cuja quarta edição foi realizada este mês. O evento teve o apoio do prefeito Romário Vicente Alves Ferreira (PSDB), de comerciantes e de empresários da cidade. O festival é sempre marcado para agosto, perto do dia 12, data de nascimento da artista. Este ano, a festa contou com a participação especial da Velha Guarda da Portela, escola do coração de Clara Nunes, cujo nome batiza a rua onde fica o barracão da agremiação.
Em Caetanópolis estão as fantasias e os adornos azuis-e-brancos com que a irmã desfilava. Empenhado na viabilização do memorial, o músico Márcio Guima, sobrinho da cantora, reforça que o maior objetivo da família é aproximar Clara do público. “Fizemos um projeto modesto. Captaremos recursos só para acondicionar o que está guardado e para abrir o acervo à visitação. Estamos otimistas em relação à verba do fundo para o interior. Se não der, não sei como será, pois não é fácil conservar tudo isso”, diz ele. “Só Deus, eu e as funcionárias da creche sabemos como é difícil manter isso aqui”, conclui Mariquita.
Foto:Beto Novaes/EM/D.A Press Blog Clara Voz de Ouro .

19 Agosto 2009

Caetanopolis

Paulinho Pedra Azul
foto:Organização do Festival
Apresentações de dança
A cidade de Caetanópolis-MG, terra natal de Clara , mais uma vez realizou o Festival Cultural consolidando a data festiva que já faz parte do calendário da cidade.

Foram 2 semanas de sucesso de público e apresentações diversas. Mesmo com pouco patrocínio e apoio ,o prefeito Romário Ferreira e Adriana Andrade, secretária da cultura fizeram um bonito espetáculo e mais que isso,
mexeram com o orgulho do município ao levarem para a praça artistas de diferentes estilos, sempre citando ou homenageando Clara Nunes.
Fica aqui, nossos agradecimentos e um pensamento de Rui Barbosa:
"Um país sem memória não é apenas um país sem passado.
É um país sem futuro."
Rui Barbosa(1849 - 1923)

14 Agosto 2009

Velha Guarda encanta no Festival

Foto:Voyage Company Produções
Monarco(à direita) e Tia Surica(ao centro) os mais antigos do grupo.

Repercute ainda em Caetanópolis-MG ,a passagem da Velha Guarda da Portela , patrimônio histório do samba carioca, no último fim de semana durante o 4º Festival Clara Nunes. Comentários apaixonados são ouvidos por toda a cidade ,admirados com a bela homenagem à Clara em show de pura emoção
(leia abaixo postagem sobre o show).
O festival, como objetivo de agitação cultural se propõe a manter viva a memória da filha ilustre: Clara Nunes. A presença da Velha Guarda deixa no ar uma mensagem prá ser diluída: respeitemos nossos artistas mais "vividos"que fazem pela cultura popular em vida e não esqueçamos de cultuar aqueles "in memorian". Para o ano de 2010 a Prefeitura municipal já fez o convite para o retorno da Velha Guarda. Estaremos lá!

11 Agosto 2009

12 de Agosto! Aniversário de Clara

Foto:Wilton Montenegro
Cedrense de berço.
Lá pro mundo se foi.
Amanhã, hoje e sempre.
Raízes lapidou.
Aquela pequena morena, seu chocalho balançou.
No serrado até as folhas sua música embalou.
Unicamente “Sagarana”.
Negra, traços brancos, cabocla.
Estonteante balançar de quadris.
Sua saia rodada, sua alma, sua voz, nossa matriz.
(Poema extraído do livro: "As sombras do sol" do poeta e escritor mineiro de Caetanópolis: Thiago Luiz do Nascimento Silva, lançado no
Festival Clara Nunes/2009.
Foto divulgação do lp Nação: Wilton Montenegro
A vida na arte
Uma menina pergunta à mãe:- Mamãe, que música é essa que você está ouvindo?
- É de uma cantora "do meu tempo", responde a mãe.
- Como ela era?
-Ah, era muito bonita, usava vestidos compridos, brancos e estava sempre sorrindo.
- E você gostava dela?
- Sim, muito e ainda gosto.
- Por que?- Porque ela cantava bem, cantava coisas simples e alegres que todo mundo gostava.
- Como ela se chamava?
- Chamava-se Clara. Clara Nunes.
- Ela já morreu, mamãe? A mãe pára para pensar.
A resposta mais simples seria sim, minha filha, ela morreu no dia tal etc. . Mas o que é a morte para um artista? Artistas morrem? Pensando bem, artistas podem estar vivos, mas sentirem-se mortos.
Sua obra esquecida, seu legado ignorado. Quantos não passaram e passam por essa situação? Mas há também os artistas de corpos mortos, mas obras vivas, duradouras, ainda resplandecentes. Certamente Clara se enquadra nesta categoria. Longe de mitos e sensacionalismos,podemos sim dizer que um artista vive em sua obra.
Enquanto sua obra brilhar, ele brilhará com ela.
Mas para brilhar, há de se traçar um longo e complexo caminho de percalços, verdades, mentiras e obstáculos dos mais variados. Clara o soube fazer. Com suas verdades, com seu carisma, seu sorriso, sua capacidadee inteligência. Com seu jeito todo Clara de ser. Brilhou porque soube escolher caminhos quando as estradas se mostravam embaralhadas.
Brilhou porque tinha talento. Brilhou porque pôde contar com ajudas infinitamente importantes em momentos dos mais variados de sua vida e carreira. Contando com a família, amores e amigos traçou seu caminho pelas tão difíceis trilhas do sucesso.
Ainda que esses amigos hoje se digam não tão chegados assim - sabe-se lá porque - e outros, que de amigos nada tinham e hoje se dizem chegados, conselheiros. Que seja.
Clara agregava pessoas e assim somava sempre pontos a seu favor. Seja como artista,seja como cidadã, seja como operária, da música ou da fábrica. Não importa.
Era como um grande ímã, a trazer para junto de si toda sorte de pessoas. Foi somando, agregando, escolhendo e traçando caminhos que Clara construiu seulegado. Com muito trabalho, como uma tecelã da música.
Uma artista com pé no chão. Difícil responder à pergunta da menininha. Acho que poderíamos lhe dizer que Clara parou de cantar há 26 anos, mas que ainda a ouvimos porque sua obra perdura, seu canto ecoa e a música popular brasileira lhe concedeu a imortalidade.
Saudemos, então, Clara. Que viveu amando, que tinha no amor sua mais forte inspiração. Clara intérprete de um Brasil tão desigual, o qual ela soube e quis entender e cantar. Sem medos, sem enganos, sem inocência. De peito aberto, Clara ainda guerreia.
E sem utopias.
Mônica Hage
Pintura em tinta acrílica
Artista plástica : Tanile Maria

10 Agosto 2009

4º Festival Clara Nunes - Caetanópolis-MG

(Fotos: Organização do Festival)
A primeira semana do Festival Clara Nunes foi um sucesso. Em sua quarta edição, o Festival que já se tornou uma data festiva trouxe uma multidão para a praça da matriz atraída pelas atrações que neste ano superaram os anteriores. Abrindo o fim de semana o show de Márcio Guima e Yeda Maranhão na sexta-feira foi acompanhado por uma centena de expectadores espalhados na praça central.No repertório uma homenagem à tia Clara Nunes. Márcio com os músicos da banda de BH "Patota do Cosme" desfilou 13 sucessos de Clara desde o início de sua carreira até "Ijexá" seu último sucesso de 1982.
Yeda Maranhão, cantora maranhense radicada no Rio de Janeiro, convidada de Márcio neste ano, mostrou seu trabalho de compositora da Escola de samba Salgueiro não esquecendo também de prestar tributo à Clara com canções como:"Um ser de Luz","Menino Deus" dentre outras.
No sábado dia 8, a palestra do Radialista e Produtor Adelzon Alves "A história da música brasileira"aconteceu no salão da Casa de Cultura Clara Nunes, antigo cinema onde Clara cantou pela primeira vez quando menina. Adelzon já se tornou um nome que não falta ao evento, sendo uma sumidade no assunto música popular.
A aura homenagem continuou à noite com a explosão de alegria do público ao entrar a Velha Guarda da Portela contagiando até quem não é portelense.Entre um número e outro os "padrinhos" de Clara (como ela gostava de chamá-los) entraram no palco sob olhares de uma multidão como nunca se viu em Caetanópolis.
Toda essa gente,respeitosamente, aplaudiu de pé quase duas horas de show,
onde foram incluídas carinhosamente clássicos do repertório de Clara como:
"Jardim da Solidão"(Monarco) "Na linha do mar" (Paulinho da Viola) "Conto de Areia" (Romildo/Toninho) cantada em coro com o público "Ê Baiana"(Fabricio da Silva/Baianinho/Enio Santos Ribeiro/Miguel Pancracio "Peixe com Coco"(Alberto Lonato/Josias/Maceió do Cavaco)"O mar serenou"(Candeia)e finalizando o show uma verdadeira apoteose :"Portela na Avenida"(Mauro Duarte/Paulo César Pinheiro) música "esquenta"dos desfiles da escola.
A platéia emocionada cantou junto numa reverência mais que merecida à Velha Guarda da Portela.
Finalizando o espetáculo de samba no sábado, subiu ao palco Dudu Nobre com show internacional acompanhado de bailarinas e mulatas do Salgueiro.A noite terminou com palavras carinhosas do carioca "bom malandro" agradecendo o convite da Prefeitura da cidade e ao povo que mantêm viva a memória de Clara Nunes,artista nascida nesta cidade abençoada que todo ano ajuda rememorá-la com o Festival Cultural em agosto.
O evento continua nesta semana abrindo espaço para músicos mineiros do 14 Bis e PaulinhoPedra Azul.

Parabéns ao Festival que a cada ano se supera na organização!
Velha Guarda da Portela
Dudu Nobre
Márcio Guima
Yêda Maranhão
Adelzon Alves e Dindinha(irmã de Clara)

05 Agosto 2009

Festival

Festival homenageia Clara Nunes
Tudo pronto para as duas semanas de muita música
e "claridade" no ar!

28 Julho 2009

É Fantástico!!!

Clara Nunes vive na memória de internautas e em novas vozes da MPB Estilo da ‘Guerreira’, que já gravou muitos clipes para o Fantástico, é lembrado no repertório de cantoras da nova geração.
Clique no link. O site do Fantástico traz ótima matéria
e belos vídeos de Clara Nunes:

27 Julho 2009

Caetanópolis em festa!

Festival Clara Nunes
Festival homenageia Clara Nunes
Entrada Franca
A cidade mineira de Caetanópolis realiza do dia 02 a 16 de agosto/2009 o 4º Festival cultural Clara Nunes, em homenagem à cantora, filha ilustre da terra. Iniciativa da Secretaria Municipal de Cultura em parceria com o Instituto Clara Nunes, associação da família da cantora que reúne Creche, acervo para futuro museu.
O evento apresenta oficinas, exposições, vídeos educativos, filmes, shows e peças teatrais. Destaque para os projetos do Festival de Músicas inéditas , Cantores da Nossa Terra, com a idéia de proporcionar oportunidade aos novos talentos de Caetanópolis e região.
A abertura acontece na sexta-feira dia 07 na Praça Antônio Pinto Mascarenhas com o show de Márcio Guima (sobrinho de Clara)e a convidada carioca: Yêda Maranhão, prosseguindo no sábado com shows da Velha Guarda da Portela e Dudu Nobre.
(Veja mais abaixo toda a programação) .
Eventos paralelos acontecerão também na Casa de Cultura Clara Nunes, onde são realizadas, durante todo o ano, oficinas de dança, música, canto, artes cênicas, teatro, capoeira, jongo e artes plásticas.Considerada uma das maiores intérpretes de samba do país, Clara Francisca Gonçalves Pinheiro, conhecida como Clara Nunes faria 66 anos em 12 de agosto de 2009.
Pelo quarto ano seguido a secretaria Municipal de Cultura de Caetanópolis-MG, na pessoa de Adriana Ribeiro, Secretária de Cultura e do Prefeito Romário Vicente convida a todos para o evento que celebra o aniversário de Clara, no dia 12 de agosto.O Festival Cultural Clara Nunes é uma grande festa com o objetivo de fomentar a cultura local e cidades circunvizinhas, discutindo a obra , o mito Clara Nunes.
Contatos:(31) 3714-7430

24 Julho 2009

Poeta, moça e violão

O Blog Voz de Ouro disponibiliza o acervo pessoal de Franklin, flautista que acompanhou Clara Vinícius e Toquinho no memorável show "Poeta,Moça e Violão". São fotos enviadas por Araceli, cantora paulista que prepara um show que em breve estaremos informando data.

10 Julho 2009

Breve história:Clara Nunes

Revista Manchete 1983
"A verdadeira vida de Clara Nunes"

Clique para ampliar a leitura:

03 Julho 2009

4º Festival Clara Nunes

Clique na imagem para ampliar
4º Festival Cultural Clara Nunes
Caetanópolis-MG
De 02 a 16 de agosto
Organização: Prefeitura municipal de Caetanópolis
Instituto Clara Nunes

02 Julho 2009

Noite "Clara"!

Aos organizadores do Prêmio de Música Brasileira nossos agradecimentos pela belíssima homenagem da classe musical à mineira-guerreira Clara Nunes!
Em especial, agradecimento à José Maurício Machline, idealizador e condutor do evento !Parabéns!!!

Assista a matéria do Vídeo Show:

Prêmio 2009-Homenagem à Clara Nunes

(fotos:Mauro Ferreira)
Transcrito do blog do Mauro Ferreira-
Crítico Musical
Prêmio da Música Brasileira - 22º Edição
Rio de Janeiro (RJ) - Coube a Fabiana Cozza fazer o primeiro dos dez números musicais da 22ª edição do Prêmio da Música Brasileira, que homenageou a cantora Clara Nunes (1942 - 1983). Às 21h55m de quarta-feira, 1º de julho de 2009, as luzes do Canecão se apagaram e a voz límpida de Clara ecoou na casa através da gravação de Guerreira, espécie de autorretrato da intérprete mineira. Na sequência, os apresentadores - Aloísio de Abreu, Fernanda Montenegro e Marcello Antony - entraram em cena e falaram da importância de Clara, revivida ao longo de toda a cerimônia através de imagens do telão, de trechos de suas gravações e de textos que explicaram ao público de convidados a importância de cada música apresentada na festa-show.
BETHANIA:
Cantou Conto de Areia (Romildo e Toninho), primeiro retumbante sucesso de Clara Nunes (1942 - 1983) em escala nacional. Líder das paradas em 1974, o samba tem cadência baiana condizente com a musicalidade de Bethânia (em foto de Mauro Ferreira). Contudo, a insegurança da cantora com a letra - lida em sua maior parte por ela, sem a menor cerimônia - impediu que o número fizesse jus à alta expectativa. Foi quase burocrático.
ZÉLIA E JOÃO BOSCO:
Rio de Janeiro (RJ) - Samba majestoso que deu título em 1982 ao último álbum lançado por Clara Nunes (1942 - 1983), Nação ainda permanece imbatível no registro original da intérprete mineira. Contudo, o samba de João Bosco, Aldir Blanc e Paulo Emílio foi abordado com elegância e suingue todo próprio por Bosco em dueto com Zélia Duncan. Com direito a um baticum que evoluiu na cadência bonita do samba mais tradicional. Dueto foi interessante.
NEY LATORRACA:
Em 1974, Clara Nunes (1942 - 1983) estrelou ao lado do ator Paulo Gracindo (1911 - 1995) a segunda montagem de Brasileiro: Profissão Esperança, musical que entrelaça as obras de Antonio Maria (1921 - 1964) e Dolores Duran (1930 - 1959). O espetáculo lotou o Canecão durante meses no mesmo palco nobre onde os atores Ney Latorraca e Alessandra Maestrini reviveram trechos do espetáculo. Cantora de extensão vocal já exibida em musicais, Maestrini deu acento dramático às músicas dos compositores. Latorraca provocou risos com frases de Maria.
ALCIONE:
De todos os intérpretes arregimentados para o tributo a Clara Nunes (1942 - 1983) prestado pelo Prêmio da Música Brasileira, Alcione foi a que teve relação mais afetuosa com Clara. Daí o significado especial do número. Com sua divisão particular, a Marrom reviveu Sem Companhia, música romântica que se tornou um dos sucessos do álbum Brasil Mestiço (1980) ao ser propagada na trilha sonora da novela Coração Alado.10
ZÉLIA DUNCAN E JOÃO BOSCO:
Em 1975, um lindo samba de Candeia (1935 - 1978), O Mar Serenou, consolidou o sucesso de Clara Nunes (1942 - 1983) ao ser gravado pela cantora no álbum Claridade. Na 22ª edição do Prêmio da Música Brasileira, quem se jogou no mar de Clara foi Lenine, num registro afetuoso e sereno feito em dueto com seu filho, João Cavalcanti, vocalista do grupo Casuarina. O (bom) número exemplificou a linha dos arranjos de Rildo Hora, urdidos num tom mais de gala - sem muita ênfase nas percussões...
EMÍLIO SANTIAGO:
Samba de Ivone Lara e Délcio Carvalho que batizou em 1974 o primeiro álbum de Clara Nunes (1942 - 1983) a conquistar de fato o Brasil, Alvorecer ressurgiu suave no registro impecável de Emílio Santiago (em foto de Mauro Ferreira). Com direito a virtuoso solo de gaita do maestro Rildo Hora, autor dos arranjos da festa-show que reverenciou a obra e a figura de Clara, fã de primeira hora de Emílio, quando o cantor ainda atuava anonimamente na noite carioca. Um dos grandes números da 22ª edição do Prêmio da Música Brasileira pela categoria de Santiago
ZECA PAGODINHO:
Consegui!", disse Zeca Pagodinho para o maestro Rildo Hora, após cantar Menino Deus (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro) na festa-show que homenageou Clara Nunes (1942 - 1983). Talvez por estar um pouco alto, Zeca achou que nem fosse conseguir defender bem o samba, sucesso de Clara em 1974, mas o fato é que sua interpretação teve uma beleza toda particular, sobretudo pelo gestual com que o sambista enfatizou algumas imagens poéticas da (linda) letra de Paulo César Pinheiro.

29 Junho 2009

Prêmio da Música Brasileira

Tarde cheia de música e diversão
Artistas como Zeca Pagodinho e Emílio Santiago se reúnem em ensaios para Prêmio de Música, que acontece quarta-feira
POR KAMILLE VIOLA, RIO DE JANEIRO
Rio - Zeca Pagodinho toma cerveja, levanta, volta, não para quieto. Na mesa, estão o empresário José Maurício Machline e o cantor Emílio Santiago. É uma quinta-feira chuvosa no Estúdio Floresta, no Cosme Velho. Estão ali para ensaios do Prêmio de Música, levado à frente por Machline, que terá sua premiação quarta-feira.Em sua 20º ano, o prêmio realiza a primeira edição após perder o patrocinador. A premiação acontece no Canecão e homenageia a cantora Clara Nunes, morta em 1983. “Estou fazendo com recursos próprios e com a ajuda de amigos que estão cedendo o trabalho gentilmente”, conta Machline. “Eu estava devendo isso à Clara”, explica ele. “O problema do brasileiro é que ele não tem memória. O prêmio faz com que você traga à baila a obra de um artista importante. Daqui a pouco ninguém mais vai saber quem foi Dorival Caymmi”, acredita. -
“Ela foi uma das maiores intérpretes que o Brasil já teve”, elogia Machline. “Única”, completa Zeca. “Tinha uma luz. Tem gente que é artista mas não tem aquela pegada. É como Beth Carvalho. Quando ela entra no palco, não tem para ninguém. Como Sandy. Aquela menina no palco é uma santa”, elogia o sambista, que cantará ‘Menino Deus’ na premiação. Emílio Santigo, que interpretará ‘Alvorecer’, entrou de última hora. “O prêmio estava todo resolvido e eu liguei para o Machline e perguntei por que não ia cantar na homenagem a Clara”, contou ele no ensaio. “Ela era minha amiga íntima. Tenho uma saudade, muitas recordações”, diz ele.
O cantor derrete-se em elogios. “Eu a adorava. E é o primeiro prêmio que o Zé faz sozinho, eu gosto e o admiro muito. Aí juntou a fome com a vontade comer”, explica Emílio. “No meu caso, é juntar a sede com a vontade de beber”, brinca Zeca. “Eu queria ter gravado com a Clara aquela música ‘Amargura’, que o Fundo de Quintal gravou. Fui encontrar com ela uma vez na Portela, mas ela já tinha ido. Logo depois, morreu”, lamenta.
A cerimônia de premiação terá 10 números com sucessos eternizados pela cantora interpretados por outros artistas, todos acompanhados da banda comandada pelo maestro Rildo Hora — como nos outros anos. Maria Bethânia, por exemplo, cantará ‘Conto de Areia’. Os atores Ney Latorraca e Alessandra Maestrini interpretam ‘Brasileiro Profissão Esperança’. Já Alcione vem com ‘Sem Companhia’ e Arlindo Cruz e Altay Veloso relêem ‘Mineira’.
“A importância da Clara Nunes estava na voz, na maneira de se apresentar, o sorriso, a cadência. Escolhia bem os músicos, os compositores. Ela não era uma pessoa ‘de bobeira’, resume Zeca.
Transcrito: O dia Online